
O julgado de Gaia na Idade Média encontrava-se dominado por importantes senhorios eclesiásticos e nobres. Partindo das Inquirições régias de 1288 e dos Livros de Linhagens medievais (e outras fontes documentais) pretendemos apresentar onde se localizavam os senhorios da nobreza e quem eram os seus detentores. De todos, vamos analisar, sobretudo, os senhorios pertencentes aos rangos elevados da nobreza medieval e conhecer como evoluíram genealogicamente, quanto aos seus ancestrais e sucessores no século XIV.
Entrar na reunião Zoom
https://us02web.zoom.us/j/
ID da reunião: 814 3291 6318
Senha de acesso: 610061

“Núcleo de azulejos da Coleção Marciano Azuaga”
A Coleção Marciano Azuaga é caraterística do fenómeno colecionista do século XIX, devido ao seu cunho enciclopédico e heterogéneo, assinalado pelo ecletismo na diversidade de tipologias que abarca.
A azulejaria é parte integrante deste acervo, reunindo exemplares provenientes de diferentes épocas e locais, desvirtuados da sua estreita ligação com a arquitetura. O seu atual contexto museológico permite, ainda assim, testemunhar uma tradição com mais de cinco séculos em Portugal, revelando alguns dos mais notáveis momentos da História do azulejo no país.
ID da reunião: 851 6777 4088
Senha de acesso: 610612


“O Núcleo de Arte Sacra Cristã do Solar Condes de Resende”
A palestra irá contemplar resultados preliminares do estudo, em curso, do respetivo acervo. Integrando um conjunto de mais de 40 objetos, as peças apresentadas evidenciam a relação indissociável entre o colecionador Marciano Azuaga, os seus círculos sociais de maior proximidade e a composição deste núcleo.
Representativa dos sincretismos culturais inerentes a esta manifestação artística, que nesta amostra se prolongam cronológica e geograficamente, durante a palestra serão propostas novas linhas de interpretação que procuram evidenciar as potencialidades patrimoniais deste espólio.

Turismo em Gaia e na Área Metropolitana do Porto
«Uma cidade de transição, que viveu muito em torno do conceito de dormitório, como aconteceu com todas as cidades do primeiro anel periférico da cidade do Porto, mas é uma metrópole que hoje se reconfigura do ponto de vista das atividades económicas e patrimoniais, tanto a nível turístico como relativo a redes de solidariedade, que é um domínio onde temos apostado, uma vez que queremos criar laços e coesão entre as pessoas. Só assim se cria uma identidade e, nesse aspeto, creio que Vila Nova de Gaia tem sido exemplar ao longo dos últimos anos»
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