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O compositor e folclorista Armando Leça: resgate, criação e disseminação da música portuguesa

Solar Condes de Resende

Curso livre sobre Música & Músicos: aspetos do Património Musical Português

Sábado, 23 de março de 2019 – 15 – 17h

O compositor e folclorista Armando Leça: resgate, criação e disseminação da música portuguesa

Armando Leça foi uma figura versátil e multifacetada. Compositor, intérprete, regente, folclorista, crítico, musicólogo, ensaísta, novelista e poeta, ilustrou de modo exemplar a vida musical portuguesa nos anos a seguir à implantação da República. O seu percurso é revelador das oportunidades e dos novos desafios colocados aos músicos profissionais por uma sociedade em franca mobilidade, após a dissolução da ordem monárquica. Armando Leça foi uma figura que, no universo musical português, ocupou um lugar «do meio», entre os polos erudito e folclórico, dialogando com diferentes esferas do fazer música em Portugal.

Vemo-lo como pianista a tocar durante as projeções de cinema, como compositor nacionalista e ideologicamente comprometido e como coletor de músicas e vozes dos lugares recônditos e por mapear. A sua ação pautou-se por um compromisso com a questão nacional na música. Vemo-lo, de facto, a participar no processo de construção e disseminação da «canção portuguesa», um género poético-musical que, na sua ótica, refletia o caráter e a alma dos portugueses. Atento às demandas do seu tempo, foi pioneiro ao explorar os novos meios de comunicação de massas: o cinema, a rádio e, mais tarde, a indústria discográfica.

por Maria do Rosário Pestana

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O compositor César Morais

 

 

 

Solar Condes de Resende

Curso livre sobre Música & Músicos: aspetos do Património Musical Português

Sábado, 16 de março de 2019 – 15 – 17h

O compositor César Morais

Em 2018 passaram 100 anos após o nascimento do compositor gaiense César Morais. Nascido em Canelas, a 3 de janeiro de 1918, cedo manifestou o talento para a composição, criando canções para as festas da escola primária. O seu dom musical precoce levou-o a ingressar no Conservatório de Música do Porto onde estudou com os Mestres Luís Costa e Lucien Lambert e se formou com 20 valores. Foi extremamente prolífico como compositor, sendo especialmente associado à música sacra, com cerca de 50 missas, 60 Avé-Marias, Te-Deums, etc.. No entanto, a sua obra profana não é menos importante e abundante, destacando-se várias composições sinfónicas e coral-sinfónicas, concertos para piano e orquestra, violino e orquestra, violoncelo e orquestra e múltiplas obras para piano solo. Era um homem extremamente modesto e existem poucas obras da sua produção publicadas. No entanto, é de destacar o belíssimo Concerto para Violoncelo e Orquestra numa interpretação da Orquestra Clássica do Porto, sob a direção do maestro Werner Stiefel tendo como solista o violoncelista Martin Ostertag.

Foi pai da pianista Maria José Morais.

por J. A. Gonçalves Guimarães

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O maestro Pedro de Freitas Branco

Solar Condes de Resende

Curso livre sobre Música & Músicos: aspetos do Património Musical Português

Sábado, 09 de março de 2019 – 15 – 17h

O maestro Pedro de Freitas Branco

O Maestro Pedro de Freitas Branco (1896-1963) foi uma das figuras mais proeminentes da música portuguesa do séc. XX. Ao longo da sua carreira, foi um impulsionador da vida musical portuguesa, através da criação de diferentes companhias de ópera, da organização dos Novos Concertos Sinfónicos de Lisboa e como maestro da Orquestra Sinfónica da Emissora Nacional (OSEN). Um dos seus principais propósitos consistiu em dar a conhecer a música do seu tempo, através da estreia absoluta e da estreia nacional, de um número significativo de obras dos mais importantes compositores contemporâneos. Paralelamente, desenvolveu uma carreira internacional dirigindo regularmente diferentes orquestras europeias, sendo considerado um intérprete de referência da música orquestral de Maurice Ravel.

Maestro Cesário Costa

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Solar Condes de Resende

Travessa Condes de Resende, 110

4410-264 Canelas - VNGaia                                                                

Tel.227531385       

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Leva & traz: Feira de Troca de Livros e Objetos Culturais

Foto: Susana Guimarães, 2018

Solar Condes de Resende

Dia 10 de março de 2019 – 9h – 19h

Leva & traz: Feira de Troca de Livros e Objetos Culturais

A prática da leitura constitui um dos principais fatores de desenvolvimento cultural. Queremos promover a troca de livros, revistas e outros e assim impedir a sua destruição enquanto alguém neles possa estar interessado. O Solar Condes de Resende, tem o prazer de o (a) convidar a visitar a Leva & Traz: Feira de Troca de Livros e Objetos Culturais, que decorre das 9:00 às 19:00h, disponibilizando livros gratuitos e outros objetos culturais de várias temáticas. Usufrua desta feira, de entrada gratuita, para dar gosto ao seu interesse pela leitura.

Aproveite ainda a ocasião e venha visitar este equipamento municipal, onde se estuda e promove a História de Gaia numa perspetiva da sua relação com o mundo.

Aceitamos a entrega gratuita de livros e outros objetos culturais de modo a ampliar o leque de ofertas.

Contamos consigo

Entrada livre

Solar Condes de Resende

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Bandas Filarmónicas em Portugal

Solar Condes de Resende

Curso livre sobre Música & Músicos: aspetos do Património Musical Português

Sábado, 02 de março de 2019 – 15 – 17h

Bandas Filarmónicas em Portugal

As Bandas representam uma das formas de prática musical de carácter formal mais disseminadas no nosso país e são também um fenómeno relevante em toda a Cultura Ocidental.

Apesar desta preponderância são ainda hoje um fenómeno pouco estudado no nosso país e em boa verdade em toda a Europa. Indefinições semânticas e confusões históricas tornam difícil a arriscada a pesquisa sobre este campo. As bandas são ainda objecto de estigma por parte de muitos investigadores e no nosso caso, o campo de acção em que se movem: espaços de fronteira entre o erudito e o vernacular; levam a uma indefinição sobre qual o olhar que deve actuar sobre elas: o da musicologia ou da etnomusicologia. As bandas são populares, funcionais, algumas militares, dão concertos informais ao ar livre, participam ou colaboram em várias actividades populares, mas concomitantemente dispõem também de repertórios elaborados, de linguagem contemporânea e complexidade normalmente associada ao grande repertório de orquestra. Por tudo isto as bandas têm estado num limbo científico, reconhecidas como de extrema relevância, mas sem uma atenção proporcional por parte da comunidade académica.

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